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sexta-feira, 31 de janeiro de 2025

7 Erros na Musculação Que Podem Causar Acidentes Graves!

 


1. Musculação sem acidentes

Ter uma vida bem regrada, com uma alimentação e uma rotina semanal de exercícios pode proporcionar uma boa qualidade de vida, entretanto alguns excessos ou falta de orientação podem trazer graves consequências em uma academia de musculação.

Neste post buscamos informações de diversas fontes confiáveis, e elencamos 7 erros que podem gerar pequenas lesões até problemas mais graves.

Para concluir, apresentaremos uma música inspiradora sobre o tema e deixaremos uma mensagem motivadora, ressaltando a importância das boas práticas para uma vida longa, saudável e repleta de momentos felizes ao lado da família e dos amigos.

 

2. Sete erros em academias

É importante considerar que sair de casa para se exercitar e acabar retornando lesionado não é algo trivial. Para evitar surpresas indesejáveis, reunimos os sete erros mais comuns identificados por especialistas em nossa pesquisa (UNIMED LONDRINA, 2025; OXER BRASIL, 2024; JORDÃO, 2023; BITTENCOURT, 2020). Seguem os 7 erros:

1. Não fazer avaliação física ou funcional para iniciar os treinos – Sem uma avaliação adequada de um professor de educação física, pode-se errar nas cargas e não alcançar seus objetivos ou causar alguma lesão.

2. Não se alimentar antes de ir para academia – Não vai ser desta forma que você vai emagrecer ou ganhar músculos. Você poderá queimar massa magra ou ainda ter queda de pressão, sofrer desmaio e causar um acidente para si e para outros na academia.

3. Não se hidratar – A falta de hidratação pode causar sérios problemas, tais como: fadigas, cãibras e até exaustão pelo calor.

4. Erro de postura ou ajuste de equipamentos – Ao exercitar de forma incorreta ou o ajustar erradamente o equipamento pode ocasionar desde ineficácia do treino até lesões mais graves.

5. Não se aquecer e alongar adequadamente – Antes do treino é importante realizar atividades como polichinelos para aumentar a temperatura corporal, melhorar a mobilidade das articulações e preparar os músculos para a atividade física. No final do treino, deve-se fazer o alongamento para relaxar a musculatura e prevenir dores musculares. Seguindo estas etapas pode-se evitar lesões.

6. Utilizar cargas excessivas – Respeite os limites do seu corpo. Cargas pesadas podem causar acidentes, lesões nas articulações e fraturas.

7. Excesso de treino – Ficar várias horas seguidas na academia ou ter uma frequência muito além da possibilidade de recuperação do seu corpo pode causar uma diminuição do seu desempenho, lesões crônicas, podendo ocorrer também o overtraining (distúrbio que acontece quando o corpo não consegue recuperar-se do treino, devido a um excesso de exercícios).

Na figura 1, temos a professora de educação física orientando o aluno para a correta execução do exercício.


Figura 1 – Professora e aluno, durante a aula. Fonte: Chatgpt IA


Conclusão

Devemos sempre estar observando o ambiente e ficar atentos aos riscos de acidentes. Na academia, um peso mal colocado pode se soltar e atingir alguém, pesos colocados sobre bancos podem rolar e atingir você mesmo ou outras pessoas.

Nossa mensagem de incentivo é que vocês sigam ativos, dentro das suas possibilidades, respeitando as normas da academia e a orientação dos professores. Ainda mais importante, é saber interromper o treino em caso de algum mal-estar, cãibra ou desconforto. Continuem saudáveis e sejam inspiração para os que te conhecem e te admiram.

Tem que malhar, tem que suar, como diz a música Estrelardo grande cantor com hits da década de 1980 Marcos Valle. Colocamos um trecho, a seguir:

“Tem que correr, tem que suar, tem que malhar (vamos lá!)
Musculação, respiração, ar no pulmão (vamos lá!)
Tem que esticar, tem que dobrar, tem que encaixar (vamos lá!)
Um, dois e três, é sem parar, mais uma vez...

 

Referencias:

BITTENCOURT, Gabriela – EU Atleta, ge.globo.com - O jeito certo e o errado dos exercícios: dicas para evitar lesões, 2020. Disponível em: https://ge.globo.com/eu-atleta/treinos/noticia/o-jeito-certo-e-o-errado-dos-exercicios-dicas-para-evitar-lesoes.ghtml. Acesso em: 30 de janeiro de 2025.

JORDÃO, Pedro N. – CNN Brasil - Oito cuidados para não se lesionar na academia, 2023. Disponível em: https://www.cnnbrasil.com.br/saude/oito-cuidados-para-nao-se-lesionar-na-academia/. Acesso em 31 de janeiro de 2025.

OXER BRASIL - 7 erros mais cometidos na academia que podem prejudicar a sua saúde, 2024. Disponível em: https://www.oxerbrasil.com.br/blog/erros-mais-cometidos-na-academia-que-podem-prejudicar-a-sua-saude/. Acesso em: 30 de janeiro de 2025.

UNIMED LONDRINA - Academia: 7 erros que você não deve cometer, 2025. Disponível em: https://www.unimedlondrina.com.br/noticias/tudo-saude/05/04/2018/academia-7-erros/. Acesso em: 30 de janeiro de 2025.


sábado, 25 de janeiro de 2025

Observe o entorno e evite transtorno. Saiba como evitar acidentes pessoais.

 


1. Riscos iminentes

Acidentes, alguns também chamados de fatalidades, acontecem a todo momento, então como podemos reduzir as chances de ocorrências muitas vezes impensáveis? Para eventos súbitos, realmente fica quase impossível fazer algo efetivo, mas para os outros não. Vamos dar alguns exemplos de situações cotidianas:

- Você estacionaria o seu carro bem embaixo de um enfeite de Natal metálico, que esqueceram de tirar do poste e está instável com risco de queda?

- Você está atravessando a rua e percebe um caminhão em marcha ré, estacionando. Você se arriscaria a passar atrás do caminhão neste momento?

- Do nada, começa um vendaval intenso, você continuaria andando na calçada, ou procuraria algum lugar seguro para se proteger até a ventania parar ou diminuir?

Nesta postagem exercitaremos a nossa capacidade de percepção de riscos iminentes, utilizando a figura de capa desta edição. Apresentaremos alguns casos destacados pela mídia envolvendo acidentes, ocorridos sem culpa das vítimas, como ao atravessar em uma faixa de pedestres e ser atropelado, caminhar na calçada e ser atingido por veículo em alta velocidade, ou ser surpreendido pela queda de objetos durante vendavais. Finalizaremos com uma mensagem de otimismo, reforçando a importância da prevenção e de um compromisso coletivo para uma vida mais segura e livre de acidentes.

 

2. Posicionamento Seguro

Ao atravessar a rua na faixa de pedestres é prudente observar, com atenção, se os carros que estão vindo, vão respeitar a lei e parar, para você seguir em segurança. Onde você estiver, se pergunte: estou em um lugar seguro? O que pode dar errado?

Muitas coisas podem dar errado. Desde buracos na calçada, desníveis, tampas de bueiro em falso, pedras no caminho, fios energizados ou não, atrapalhando a passagem. 

Devemos estar atentos ao entorno para não sermos prensados entre carros, evitar passar sob cargas suspensas, evitar ser atingido por pequenas pedras lançadas durante cortes urbanos de áreas gramadas. Devemos também estar em alerta aos locais com incidência de pessoas soltando pipas (devido as linhas cortantes).

Na figura 1, destacamos alguns pontos de atenção para evitarmos acidentes.

Figura 1 – Riscos ao caminhar na calçada. Fonte: ChatGPT IA – 2024.

3. Acidentes sem culpa das vítimas

Certas situações de risco podem ser percebidas e outras não. Alguns fatores podem alterar a nossa percepção de risco, tais como: o local ser muito tranquilo; você estar com sono; uma mudança abrupta nas condições climáticas, entre outras.

Destacamos alguns casos recentes divulgados pela mídia, nos quais as vítimas foram pegas de surpresa e não tiveram chance de se proteger, com os respectivos links das reportagens:

Caso 1: Três jovens andando na calçada em Búzios são surpreendidos por um carro que invade a calçada e mata uma jovem (que comemorava sua formatura).

Jovem atropelada em Búzios...Fonte: Ariane Marques, Caio Álex, g1.globo.com – 2025.

Caso 2: Mãe carregava a filha de 5 anos no colo, ao atravessar a rua na faixa de segurança, durante o sinal verde para ela, quando percebeu a aproximação de um carro, ela parou, porém o carro reduziu a velocidade e ela continuou a travessia. Já no meio do caminho ela percebeu um segundo carro em velocidade se aproximando, então ela ficou em dúvida se avançava ou recuava e o carro as atingiu em cheio.

Mãe e filha são atropeladas em faixa de pedestre no ES.Fonte: Record News – 2024.

Caso 3: Senhora estava caminhando próxima à marquise de um prédio é pega de surpresa com início de fortes ventos que acabaram derrubando a parede de uma garagem do prédio, caindo sobre a marquise que não resistiu e cedeu, causando a morte da senhora.

Mulher morre após fachada de prédio desabar em Macaé.Fonte: Extra globo.com – 2022

 

Conclusão

Como prever um atropelamento enquanto se caminha na calçada, ser atingido em plena faixa de pedestres ou enfrentar a queda repentina de uma marquise durante um vendaval? É difícil prever essas situações, mas algumas ações podem reduzir as chances dessas ocorrências. Caminhe pela calçada com atenção ao fluxo de veículos e mantenha-se afastado da rua; inicie a travessia na faixa de pedestres apenas quando os carros estiverem parados ou em velocidade e distância adequadas para atravessar com segurança; em caso de ventania intensa, evite sair de casa ou procure um local seguro.

A recomendação é adotar comportamentos responsáveis, como dirigir com cautela para evitar acidentes, transitar por locais seguros e iluminados, evitar situações de risco, manter uma postura preventiva e orientar filhos, amigos e familiares a fazerem o mesmo.

Para nos lembrarmos das pedras no caminho, trouxemos um trecho do poema do grande escritor e poeta Carlos Drummond de Andrade – “No Meio do Caminho”:

“No meio do caminho tinha uma pedra

Tinha uma pedra no meio do caminho

Tinha uma pedra

No meio do caminho tinha uma pedra

 

Nunca me esquecerei desse acontecimento...

.....Tinha uma pedra

Tinha uma pedra no meio do caminho

No meio do caminho tinha uma pedra."


terça-feira, 14 de janeiro de 2025

Natural ou Processado: O Duelo de Sabores e Saúde que Transforma Seu Prato.

 


1. Alimentos Naturais X Alimentos Processados

A modernização da indústria alimentícia permitiu a criação de produtos processados de sabor muito agradável acompanhados da praticidade para o nosso dia a dia. Refrigerantes, biscoitos, produtos congelados totalmente prontos para o consumo (basta aquecer), enlatados etc.

De outro lado temos os alimentos naturais, tais como: frutas, hortaliças, grãos, entre outros. Devemos conhecer a procedência desses produtos, para não correr o risco de consumir produtos com agrotóxicos. Temos a opção de plantar algumas frutas e hortaliças, ou consumir produtos orgânicos ou com alguma certificação de procedência.

A pergunta central desta postagem é: os alimentos que temos consumido nos últimos anos estão contribuindo para uma boa qualidade de vida, ou será que alguns deles, especialmente os produtos ultraprocessados, estão impactando negativamente nossa saúde?

Traremos algumas reportagens sobre o tema com orientações de especialistas e no final faremos algumas considerações sobre a importância do equilíbrio na alimentação e na vida.

 

1.1   Prazer e Saúde

Muitas vezes nem percebemos o quanto de peso temos ganhado nos últimos anos. Entretanto, mesmo aqueles que tem um metabolismo ativo e ganharam pouco peso ou mantiveram o peso, devem estar atentos aos indicadores de saúde obtidos através de exames laboratoriais periódicos ou por qualquer sintoma que seu corpo apresente.

Na figura 1, vemos um jovem casal em um momento de lazer e prazer, em uma lanchonete no final de tarde. Que mal há nisso? Talvez a quantidade seja um pouco exagerada, mas eles são jovens. Vamos ver alguns links com reportagens sobre o tema.


Figura 1 – Jovem casal em um momento de lazer. Fonte: Microsoft IA


Identificamos algumas matérias na mídia que abordam os riscos de uma alimentação rica em alimentos ultraprocessados. No primeiro vídeo, o Dr. Drauzio Varella explica como identificar alimentos ultraprocessados, entre outras coisas ele destaca os longos prazos de validade, a grande quantidade de substâncias artificiais adicionadas. No segundo vídeo, o Instituto Nacional do Câncer – INCA, explica o que são os alimentos ultraprocessados e os riscos associados ao seu consumo.

Na terceira matéria (DOMINGO ESPETACULAR – R7 – 2024), temos um experimento realizado por um nutricionista, que ficou um mês comendo apenas alimentos ultraprocessados, depois são apresentados os resultados. Seguem as matérias:

- O que é um alimento ultraprocessado? Fonte: Drauzio Varella – 2024.

- “Alimentos ultraprocessados e câncer: conheça os impactos para a saúde.” Fonte: Instituto Nacional do Câncer - INCA – 2024.

- “Nutricionista alerta para os perigos da comida ultraprocessada. Durante 30 dias, ele só comeu esse tipo de alimento e revela quais mudanças sentiu.” Fonte: Domingo Espetacular – R7 – 2024.

Não tem nada mais agradável do que uma refeição em família, não é mesmo? Uma alimentação saudável em família é uma iniciativa muito boa para as crianças adquirirem bons hábitos alimentares. Na figura 2, trazemos uma refeição saborosa e nutritiva em família.


Figura 2 – Refeição em família. Fonte: Microsoft IA


Conclusão

Sempre é possível fazer boas escolhas em nossas vidas, e poder repassar isso para nossos filhos é de grande importância. Bons hábitos alimentares na infância vão evitar diversas carências de nutrientes e prevenir doenças. O equilíbrio na vida, proporciona além da saúde, uma tranquilidade financeira, emocional e até espiritual.

Ao consumirmos produtos locais de qualidade, além de contribuirmos com a nossa saúde, contribuímos também com a redução do custo de transporte e com o meio ambiente, pela economia de combustível e redução do desgaste de pneus e peças do veículo. Todos ganham fazendo a coisa certa.

Deixamos um link para a música dos TitãsO Pulso” que fala sobre as diversas doenças, muitas delas conseguimos evitar com uma boa alimentação. Segue um trecho da letra:

 

“O pulso ainda pulsa

O pulso ainda pulsa

 

Peste bubônica, câncer, pneumonia

Raiva, rubéola, tuberculose e anemia

Rancor, cisticercose, caxumba, difteria

Encefalite, faringite, gripe e leucemia

 

E o pulso ainda pulsa (pulso)...”


segunda-feira, 23 de dezembro de 2024

Parques e parquinhos. Nossas crianças estão seguras?

 


1. Parques e parquinhos: Perigos ocultos.

É muito agradável poder compartilhar bons momentos num domingo no parque com as crianças, com brinquedos simples, como: gangorra, balanço, escorregador, argolas, tudo muito bom. O que pode dar errado? Ainda temos a oportunidade de brincar em parques itinerantes que chegam à nossa cidade com diversas atrações, tais como: mini montanha-russa, carrosséis e outros brinquedos giratórios. Tudo muito agradável. O que pode dar errado?  

Vamos refletir um pouco. Se até em parques famosos nos grandes centros urbanos, houve acidentes fatais, o que pode estar acontecendo nas pequenas cidades e bairros de todo país que nem chegam a virar notícia?

O primeiro e maior interessado no bem-estar e integridade do seu filho, é você, portanto tenha uma visão crítica dos ambientes que frequenta com o seu filho e visualize os possíveis riscos, mesmo nos momentos de lazer.

Nesta edição vamos trazer alguns casos de acidentes em parques e parquinhos, apresentar algumas dicas de especialistas para evitar acidentes e finalmente deixar uma mensagem de boas festas, com alegria e otimismo para você e sua família.

 

1.1   Acidentes

A princípio, os parquinhos dão uma maior sensação de segurança, por terem brinquedos mais simples, não envolver eletricidade e por você poder estar por perto, o tempo todo, monitorando o seu filho. Mesmo assim, acidentes acontecem.

Segundo a ONG “Criança Segura”, que lançou a campanha “Quero meu parquinho seguro” em conjunto com o site “Papo de Mãe”, os parquinhos não são locais tão seguros assim. Esta ONG divulgou dados do Ministério da Saúde, segundo os quais aproximadamente 4 mil crianças, de até 14 anos, foram internadas no Sistema Único de Saúde (SUS) em função de quedas dentro de parquinhos. Entre 2008 e 2013, foram computados 18 casos fatais.

Em relação aos parques de diversões, parece que não há uma centralização das informações dos acidentes, entretanto, encontramos alguns registros de casos ocorridos no Brasil, entre 2023 e 2024, destacados a seguir:

- “Em Santo Ângelo, no Rio Grande do Sul, uma mãe e uma filha ficaram feridas após a cadeira do brinquedo Sking Dance cair na base do parque.” Gaúcha ZH – 2024.

- “Em Recife, Pernambuco, uma mulher ficou gravemente ferida após ser arremessada do brinquedo Wave Swinger, que é semelhante a um chapéu mexicano.” CNN Brasil – 2023.

- “Homem é atingido por brinquedo em parque de diversões no interior de SP.” CNN Brasil – 2024.

Outros casos divulgados pela mídia:

- “Acidentes em parques infantis põem em risco a vida de crianças.” G1.globo.com – 2016.

- “Falta de normas que fiscalizem parques são as principais causas de acidentes, diz Ipem.” R7 – 2011.

 

1.2   Dicas dos especialistas

No caso dos parquinhos, existe uma norma específica da Associação Brasileira de Normas Técnicas (ABNT) que trata do tema, é a Norma 16071 com o título geral: “Playgrounds”. Ela define os requisitos de segurança, além de cuidados para inspeção, manutenção e utilização, entre outras coisas.

Segundo a ONG “Criança Segura”, alguns cuidados básicos devem ser observados antes de permitir que seu filho comece a brincar, você deve observar se os cantos dos brinquedos estão arredondados, se existem roscas de parafusos salientes, entre outros pontos de possíveis riscos de acidente.

Outros cuidados podem ajudar, se você observar: correntes enferrujadas, parafusos frouxos, farpas de madeiras, cordas desgastadas, possibilidade de queda (verificar se o solo é adequado e se não há pedras ou madeiras espalhadas no chão). Crianças brincando num parquinho seguro (figura1).


Figura 1 – Crianças brincando num parquinho seguro. Fonte: ChatGPT (2024).


Para utilização de parques de diversões, com segurança, segundo o site “Férias Vivas” deve-se observar:

- Se o parque tem alvará de funcionamento e certificação dos bombeiros.

- Se os brinquedos indicam altura e pesos mínimos e máximos dos visitantes.

- Se há orientação de como o visitante deve se comportar no brinquedo.

Algumas dicas do site “Sacred Heart”:

- Cuidado com o calor – evite a desidratação ou insolação – beba água.

- Fique atento ao seu entorno – atenção com pessoas correndo de um brinquedo para outro, carrinhos de bebês, e scooters de mobilidade.

- Fique longe de áreas restritas.

- Obedeça às restrições de segurança.

- Conheça seu histórico médico.

- Fique sentado - Muitos parques temáticos de alto nível tiveram que lidar com ferimentos horríveis ou até mesmo fatalidades porque um visitante se levantou durante um brinquedo para tentar obter uma emoção extra.

- Cuidado com a cabeça - Montanhas-russas de alta velocidade frequentemente fazem sua cabeça girar. Mantenha-se firme no assento, com as costas retas.

Temos a seguir a figura 2, de um lindo carrossel com as crianças de divertindo descontraidamente.


Figura 2 – Lindo carrossel. Fonte: ChatGPT (2024).


Conclusão

Por mais que busquemos momentos de descontração em família, devemos manter a vigilância e orientar as crianças e jovens para ter uma visão crítica dos riscos iminentes em cada ambiente que frequentarem.

Os especialistas deram as dicas e nunca é demais atentar para situações de precariedade de instalações e procedimentos em parque e parquinho que frequentamos.

Desejamos que todos tenham grandes momentos em família e possam realizar grandes coisas no ano novo que se aproxima. Segue para reflexão uma frase do livro do contista, novelista, romancista e diplomata, Guimarães Rosa:

 

Viver é muito perigosoGuimarães Rosa, autor do livro: Grande Sertão, Veredas. 


sábado, 14 de dezembro de 2024

Pilhas e Lâmpadas: Você Está Perdendo Dinheiro Sem Saber?

 


1. Pilhas e Lâmpadas – Sustentabilidade e Economia

Estamos nos aproximando das festas de fim de ano e podemos compartilhar fotos de grandes arvores de Natal coloridas e bem iluminadas. Com o avanço da tecnologia conseguimos ter efeitos muito variados com um custo bem inferior, se comparado com as tecnologias anteriores.

Nesta postagem, vamos refletir sobre como lidamos com pequenos gastos domésticos que passam despercebidos. Estamos dando destaque ao uso de lâmpadas e pilhas mais eficientes. Se você pode reduzir o consumo de lâmpadas e pilhas pela escolha de produtos mais eficientes, por que não o fazer?

Faremos uma comparação do gasto estimado de uma família, com o uso de tecnologias menos eficientes, e utilizando as mais eficientes, além da respectiva quantidade de resíduos gerados, em cada caso, para um período de dez anos.

 

1.1   Principais pilhas e lâmpadas de uso doméstico

No uso doméstico é comum a utilização de lâmpadas Fluorescentes Compactas Eletrônicas (FCE) ou lâmpadas de LED (Light Emitting Diodes). As lâmpadas incandescentes foram substituídas pelas lâmpadas fluorescentes, que agora estão sendo substituídas pelas lâmpadas de Led, mais eficientes e duráveis.

No caso das pilhas, temos três opções mais usadas: pilhas comuns, pilhas alcalinas e pilhas recarregáveis. As pilhas comuns têm menor duração e são as mais baratas, as pilhas alcalinas chegam a ter duração dez vezes maior que as comuns, e as pilhas recarregáveis têm duração equivalente ou próxima à das pilhas alcalinas, só que permitem a reutilização após recarga por centenas de vezes, alguns fabricantes garantem até mil recargas.

Na figura 1 são apresentadas lâmpadas e pilhas mais populares. Em sequência, vemos, uma lâmpada incandescente, uma fluorescente compacta (espiral) e uma de led. Temos ainda uma luminária abajur de tomada (de baixíssimo consumo), uma lâmpada de embutir de 3 leds, uma bateria de 9 V, uma de 3V (usada em balança), uma pilha de 12 V (usada em controle remoto de portão eletrônico), pilhas tipo palito (AAA) comuns, pilhas pequenas (AA) alcalinas e recarregáveis.


Figura 1 – Pilhas e lâmpadas populares. Fonte: Acervo próprio.

 

1.2   Comparativo entre as lâmpadas

Considerando que praticamente não se usam mais as lâmpadas incandescentes comuns, vamos limitar a nossa comparação entre as lâmpadas de LED (Light Emitting Diodes) e as lâmpadas Fluorescentes Compactas Eletrônicas (FCE). Para efeito didático vamos transcrever a avaliação do Instituto Nacional de Metrologia, Qualidade e Tecnologia (Inmetro) comparando os três tipos de lâmpadas:

“As LED podem durar, dependendo do modelo, pelo menos vinte e cinco vezes mais do que as lâmpadas incandescentes e quatro vezes mais do que as fluorescentes compactas.”

A partir desta constatação do Inmetro, notamos uma economia na quantidade de lâmpadas consumidas em um mesmo período de uso. Dessa forma compraremos apenas uma lâmpada de Led ao invés de quatro lâmpadas fluorescentes compactas. Além disso, o desempenho de uma lâmpada de Led é superior (uma lâmpada de Led de 9 W, equivale a uma lâmpada Fluorescente Compacta Eletrônica – FCE – de 16W de potência) conforme podemos observar na figura 2.


Figura 2 – Informações na embalagem da Lâmpada. Fonte: Acervo próprio.


No quadro 1, identificamos a economia gerada pela utilização de lâmpadas LED, ao invés de lâmpadas FCE, além de gerar menos descarte, sendo, portanto, mais sustentáveis. No período considerado (10 anos) evitamos a compra e trocas frequentes de lâmpadas FCE.


Quadro 1 – Economia financeira e redução de descarte de lâmpadas. Fonte: Autoria própria

1.3 Comparativo entre pilhas

De acordo com a gestora de logística reversa de eletroeletrônicos Green Eletron, as pilhas comuns, alcalinas e recarregáveis têm suas aplicações mais indicadas conforme o consumo do aparelho eletroeletrônico. Para aparelhos de baixíssimo consumo, com descargas leves e contínuas, como relógio de parede, pode-se usar pilhas comuns que são as mais baratas.

Já as alcalinas, são um pouco mais caras e segundo alguns fabricantes duram até dez vezes mais que as comuns, sendo indicadas para equipamentos que consomem mais energia como câmeras digitais e brinquedos.

As pilhas recarregáveis são bem adequadas para aqueles equipamentos de alto consumo e uso frequente, como controles de vídeo game, câmeras fotográficas profissionais, que devem manter o equipamento sempre carregado e disponível.

Segue o quadro 2, com um comparativo entre as pilhas para um período de 10 anos. De forma hipotética, se uma família usa 10 pilhas comuns por mês, totalizaria 1200 em 10 anos. Considerando as pilhas alcalinas com uma capacidade 5 vezes maior que as comuns (alguns fabricantes garantem 10 vezes) cairia o uso para 2 pilhas por mês e 240 em 10 anos. Como as pilhas recarregáveis têm capacidade igual ou superior a das alcalinas, podemos considerar o consumo de apenas 2 pilhas num total de 240 ciclos de carga (colocamos 4, para ter sempre 2 previamente carregadas, para troca imediata).


Quadro 2 – Comparativo de gastos e geração de resíduos. Fonte: Fabricantes e lojas.


Conclusão

Pode-se pensar que os valores absolutos, de economia gerada em reais, não sejam tão expressivos. Entretanto, estamos considerando apenas um núcleo familiar. Amplie isso para as famílias de seus irmãos, tios e primos, aí pode-se tornar bem mais expressivo.

O importante é cultivar a prática da sustentabilidade, reduzindo a geração de resíduos e ainda ter o benefício de salvar recursos, diminuindo o seu trabalho de compra e substituições de lâmpadas e pilhas. O dinheiro economizado pode ser usado em outras atividades de seu interesse. Sempre descarte pilhas, baterias (Green Eletron) e lâmpadas (Reciclus) nos locais adequados para que sejam recicladas e não poluam o meio ambiente. Consulte a sua prefeitura.

Como diria Fernando Pessoa: “Tudo vale a pena se a alma não é pequena. 



segunda-feira, 25 de novembro de 2024

Raios: Dicas que podem salvar a sua vida!!!


 

1. Não subestime os raios

A prevenção evita muitos transtornos em nossas vidas, especialmente quando o assunto é preservar a própria vida. Só porque você não conhece alguém que tenha perdido a vida devido a um raio, isso não significa que esses acidentes não aconteçam.

Estar atento e adotar medidas de proteção pode fazer toda a diferença em situações de risco. Portanto, é preciso saber de antemão o que pode ser uma situação de risco iminente.

Que mal há em dar uma corridinha em um final de tarde na praia com o tempo fechado, ou mesmo uma caminhada? O que poderia dar errado, quando nos protegemos embaixo de uma árvore em um campo aberto, ou sob um guarda sol na praia, quando uma tempestade começa? 

Será que dentro de um carro, ou dentro de casa estamos totalmente protegidos dos raios? Tem algum problema se falarmos ao celular, enquanto ele está conectado ao carregador ligado na tomada, durante uma tempestade?

Vamos explorar essas e outras questões com base na orientação de especialistas. Apresentaremos fatos sobre acidentes causados por raios e demonstraremos como o conhecimento dessas informações pode reduzir as chances de sermos incluídos nas estatísticas de vítimas. Ao entender os riscos e adotar as medidas corretas de prevenção, você estará mais preparado para se proteger em situações de tempestades.

 

2. Dicas dos especialistas

De acordo com a cartilha elaborada pelo Grupo de eletricidade Atmosférica (ELAT) do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), são dadas diversas orientações sobre o que não fazer para evitar ser atingido por um raio e algumas orientações de onde se abrigar, em situações de tempestade. Vamos destacar algumas dicas, em caso de tempestade, de forma mais genérica:

Como se precaver:

- Evitar permanecer em áreas livres, como campos, praias, estradas.

- Evitar áreas cobertas que protegem da chuva, mas não dos raios, como varandas.

- Evitar ficar em locais altos, como terraços, morros e telhados.

- Não ficar próximos a objetos metálicos, como antena, andaimes, portão de ferro, ou outros.

- Não se abrigar embaixo de árvores, guarda-sóis, tendas ou quiosques.

- Evitar ficar próximo de veículos, como tratores, carros ou dentro da carroceria de caminhão.

- Não ficar dentro da piscina, rio ou mar.

- Não caminhar próximo ao mar, rios ou piscinas.

Onde é seguro:

- Dentro de um veículo que não seja conversível. Manter portas e vidros fechados e não tocar na lataria.

- Na residência, ficando longe de portas e janelas metálicas, da rede elétrica, telefônica e hidráulica.

- Abrigos subterrâneos, como metrô ou túnel.

- Caso não haja abrigo próximo permaneça agachado com os pés juntos. Não se deite no chão.

 

3. Situações reais

Pode parecer incomum, mas quando se tem a oportunidade de avistar o horizonte, é possível flagrar cenas como as mostradas no vídeo 1, apesar de se notar um final de tarde limpo, podemos observar um agrupamento de nuvens e muitos raios. 

Vídeo 1 - Nuvens carregadas e muitos raios. Fonte: Acervo próprio.

Na mídia, há alguns casos bem impactantes, que apresentam situações de tempestades inesperadas, onde algumas pessoas não conseguiram se proteger a tempo, com consequências graves. Vejamos as ocorrências:

 Duas pessoas morrem após serem atingidas por raio em praia no México.” Band Jornalismo, 2023.

Jogador peruano morre após ser atingido por raio durante partida.” SBTNewsnaTV, 2024.

Mulher morre após ser atingida por raio em praia do litoral de SP.G1.globo.com, 2024

 

Conclusão

Não subestime os raios. Acidentes acontecem, portanto, previna-se. Sua arma mais poderosa é o conhecimento. Mais de 800 pessoas morreram em função de acidentes com raios no Brasil, nos últimos 10 anos (2013 a 2022), segundo informações do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE), conforme reportagem do Jornalismo TV Cultura (2023).

Pequenas atitudes podem fazer uma grande diferença para evitar situações perigosas. Cuide de si e da sua família adotando medidas preventivas. Compartilhe essas informações com amigos e familiares, ajudando a criar uma rede de conscientização.

Como diz o grande compositor e cantor Gabriel O Pensador, na sua música “Tempestade”:

“Tem armadilha na trilha, tem armadilha na trilha

Tem armadilha na trilha, tem armadilha

Passei por toda a tempestade e sei que toda a tempestade passa”

 

Referências:

Jornalismo TV Cultura - Brasil registra 835 mortes por raios em 10 anos; mudança climática pode agravar a situação, 2023. Disponível em https://www.youtube.com/watch?v=v_DmOHZwmu8. Acesso em 24 de novembro de 2024.

sábado, 16 de novembro de 2024

Saiba como conseguir até cem mil reais, fazendo bem ao meio ambiente, sem trabalhar!

 



1. Luz Solar

Você sabia que pode obter um retorno de até 100 mil reais, fazendo as escolhas certas, enquanto contribui para a preservação do meio ambiente? E o melhor: isso pode acontecer sem que você precise dedicar tempo extra ao trabalho! Vamos falar sobre como isto é possível e muito mais.

Quando pensamos na luz solar, além de pensar em apreciar uma praia, cachoeira ou piscina, podemos associar a sistemas de energia solar (para aquecimento d’água com placa coletora e boiler, ou para transformar a energia solar em energia elétrica - fotovoltaica), que podem trazer benefícios para nós, como a economia do dinheiro gasto com energia elétrica, não é mesmo?

Caso você tenha a oportunidade de construir sua própria casa, seria interessante planejá-la de forma a se beneficiar da incidência da luz do sol e de uma boa ventilação natural, economizando em iluminação e reduzindo a necessidade do uso frequente de ar-condicionado. Deve-se considerar também, durante o projeto, a possibilidade de adicionar um sistema de aquecimento de água com boiler e/ou um sistema de placas solares fotovoltaico.

Nesta publicação vamos falar do funcionamento básico desses sistemas de aproveitamento da energia solar, incluindo alguns links úteis para sites, que vão detalhar melhor essas tecnologias.

Vamos dar ênfase à economia gerada por um sistema mais simples e mais barato: o sistema de aquecimento solar da água para economia do gasto com chuveiro elétrico. Para tanto utilizamos a simulação do gasto de chuveiro elétrico fornecido pela empresa de energia elétrica ENEL, como uma das referências.

 

1.1 Aproveitamento da energia solar

Para se beneficiar da luz solar, você pode aproveitar a claridade do dia com ambientes bem projetados com portas, janelas, claraboias e jardim de inverno ou poço de ventilação, para reduzir a necessidade de acender luzes durante o dia.

Se a casa já está construída e não há espaço para muitas mudanças na estrutura, pode-se pensar em instalar um sistema de aquecimento de água com a luz solar (provê o aquecimento de parte da água da casa que se mantem aquecida em um boiler) e/ou a instalação de um sistema de energia solar com placas fotovoltaicas (transforma a energia do sol em energia elétrica). Se clicar nos links, poderá conhecer um pouco melhor essas tecnologias.

Desenvolvemos um mapa conceitual do aproveitamento da energia solar para melhor entendimento dos benefícios que teremos com isto. Na figura 1 é a presentado o mapa.


Figura 1 – Mapa conceitual do aproveitamento da incidência de luz solar.


1.2 Sistema de aquecimento solar da água

Na figura 2 é apresentado um sistema de aquecimento solar da água. A água fria (tubo azul) vai para a parte inferior do boiler, em seguida sai dali e vai para a parte inferior da placa coletora solar. Com a incidência do sol, a água aquece e sobe, entrando na parte superior do boiler (tubo vermelho), essa água quente do boiler vai até a válvula de água quente do chuveiro, aí se mistura com a água fria, por meio da outra válvula que vem da caixa d’água.


Figura 2 – Desenho de um sistema de aquecimento da água por incidência do Sol. Fonte: Autoria própria.


1.3 Simulação do gasto com chuveiro elétrico

Ao comprar um chuveiro, pode-se observar na etiqueta (figura 3), o gasto de energia mensal para um banho estimado de 8 min. Esse tipo de etiqueta foi desenvolvido pelo INMETRO, por meio do Programa Brasileiro de Etiquetagem (PBE).


Figura 3 – Recorte da etiqueta de eficiência energética do chuveiro elétrico. Fonte: Inmetro.


Sabendo-se o valor gasto de energia mensal, basta multiplicar pela tarifa da energia elétrica da sua região, para saber quanto você vai gastar por mês. Na nossa simulação, vamos considerar uma família de 4 pessoas, sendo que cada uma toma apenas um banho por dia de 15 min, totalizando 1 hora por dia, ou seja, 30 horas por mês.

Utilizando-se como referência, uma conta de luz de Macaé – RJ, de outubro de 2024 (figura 4), podemos calcular o consumo mensal desse chuveiro. Para efeito de comparação, segundo a reportagem do UOL, 10 min de chuveiro por dia,  encarece em R$ 28,23 por mês a conta de luz. Isso no ano de 2021.

Figura 4 – Conta de luz atual – outubro de 2024 – Macaé – RJ. Fonte: Acervo próprio.


Para sabermos qual é o gasto mensal de um chuveiro elétrico, de 5500 W, em uma residência, basta fazer a seguinte conta:

Consumo mensal = Te x P x M= 1h x 5.500W x 30 dias = 165KWh

Gasto mensal = Consumo mensal (KW) x Ta = 165KWh x (0,37902+0,80125) = R$ 194,74

Resumo:

Te x P x M x Ta = 1h x 5.500W x 30 dias x (0,37902+0,80125) = R$ 194,74 por mês

Te = Tempo de uso do chuveiro por dia, na residência, em horas;

P = Potência do chuveiro em Watts;

M = Período de 30 dias

Ta = Tarifa na moeda Real (ver figura 4)

Obs.: Não consideramos na simulação, o valor da tarifa da bandeira vermelha.


1.4 Economia de até R$ 100.000,00

Existem diversas simulações disponíveis para avaliar a aquisição de um sistema de aquecimento solar com boiler, permitindo estimar a economia gerada ao longo do tempo. Essas análises ajudam a compreender o retorno financeiro e os benefícios sustentáveis que o investimento pode oferecer. No nosso caso específico, vamos considerar um sistema capaz de gerar 165 kWh por mês, com a energia solar. Considerando, que este sistema instalado custe R$ 4.000,00, então teríamos as seguintes opções (figura 5):

a) Investir R$ 4.000,00 no sistema e gerar um benefício mensal de R$ 194,74 (valor encontrado na simulação do item anterior). Colocamos um valor mais conservador de R$ 180,00 como economia mensal que será aplicada continuamente.

b) Investir R$ 4.000,00 uma única vez, em aplicação para uso futuro, em vez da compra do sistema.

Figura 5 – Comparativo. Simulação em 12 de novembro de 2024. Fonte: Tesouro Direto.


Escolhendo a opção “a” teríamos um rendimento líquido de R$ 124.556,75, após pouco mais de 20 anos. Neste caso devemos descontar o valor de R$ 24.958,96 que deixamos de receber por termos escolhido a opção 'a" (retorno esperado dos R$ 4.000,00 aplicados no item “b”). Valor líquido final gerado de R$ 99.597,79.

 

Conclusão

Você no conforto do seu lar, pode trazer benefícios para a sua família e ao mesmo tempo para o meio ambiente, pois com a instalação de um sistema de aquecimento solar da água com boiler, você reduz o seu consumo de energia e diminui a necessidade de entrada em operação de usinas termoelétricas, que utilizam combustíveis fósseis, não renováveis, e poluem o ar, além de encarecer a conta de luz com a tarifa adicional de bandeira vermelha.

Você pode economizar até cem mil reais em 20 anos ou mais de um milhão de reais em 40 anos, dependendo da sua necessidade de consumo de energia elétrica. O importante são as escolhas que fazemos. Portanto, faça a coisa certa, reduza o consumo de energia e gere benefícios para você e para a sua família, tome um banho relaxante, sem culpa.

Mesmo que você não reinvista o dinheiro economizado, você pode utilizá-lo para lazer, para uma melhor alimentação, ou para a educação dos seus filhos.

Seguem abaixo alguns links que trazem informações sobre os sistemas de aquecimento solar da água, preços de equipamentos, estimativas de gasto e benefício gerado:

 

Mercado de energia solar começa a dar sinais de crescimento no Brasil – Globo, 2017.

AQUECIMENTO SOLAR TÉRMICO - BOILER, VALE A PENA? QUANTO CUSTA? QUANTO ECONOMIZA? DESCUBRA AQUI!!! – ViaSol TV, 2023.

Instalação de aquecimento solar térmico com a ViaSol Energia Solar (nesse vídeo é apresentado como colocar o misturador externo para casas já construídas, sem a necessidade de quebrar as paredes, descendo um tubo diretamente da laje para o chuveiro.) - ViaSol TV, 2022.

Como Funciona o Aquecedor Solar de Água Soletrol (nesse site é apresentada uma tabela comparativa com a economia gerada com a instalação do sistema) – Soletrol, 2024.

COMO CALCULAR O CONSUMO DE ENERGIA ELÉTRICA - Curso Enem Gratuito, 2022.

Preço de um sistema de aquecimento solar com boiler – Google, 2024.

Uso eficiente do chuveiro elétrico – Cartilha Inmetro, 2007.

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