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terça-feira, 6 de janeiro de 2026

Trocas sustentáveis e boas para o bolso

 


1. Caminhos sustentáveis e econômicos para cuidar do seu Pet

Podemos fazer escolhas mais econômicas e sustentáveis ao mesmo tempo em diversas áreas da nossa vida. Neste post, destacamos algumas trocas simples que podem ser vantajosas tanto para o meio ambiente quanto para o seu bolso.

Por exemplo, podemos optar por reservatórios de coleta de xixi de pets em vez de tapetes higiênicos descartáveis. Assim, reduzimos o custo anual, diminuímos a necessidade de trocas diárias e ainda reduzimos a quantidade de resíduos gerados.

Outras trocas vantajosas também foram identificadas e serão apresentadas. Veja quais fazem mais sentido para você, seus amigos e familiares — e compartilhe este conteúdo.


1.1  Economia nos potes para alimentação

Ao substituir os potes de plástico por recipientes de bambu ou aço inoxidável, você evita a liberação de substâncias químicas do plástico à medida que ele se deteriora e ainda economiza, graças à maior durabilidade desses materiais, oferecendo mais qualidade e segurança ao seu animal de estimação. Veja a figura 1, gerada com auxílio de IA (CHATGPT, 2025).


Figura 1 – Cães se alimentando em potes de aço inoxidável.


1.2  Economia na higiene

Com o uso de xampus naturais, seu animal de estimação fica mais protegido contra irritações e alergias causadas por produtos químicos presentes nos xampus convencionais, evitando desconforto e possíveis gastos com veterinário. Além disso, esses produtos costumam ser concentrados, rendendo mais e podendo ser mais econômicos do que os xampus tradicionais. Momento feliz na figura 2.


Figura 2 – Jovem casal com seu “Amicão” (CHATGPT, 2025).


O uso de areia de gato biodegradável em vez de areia de argila, rende mais e pode ser descartada de forma mais limpa, reduzindo gastos com trocas frequentes (HANNAH, 2024; PETZOOIE, 2025).

 

1.3  Economia nas brincadeiras

Brinquedos feitos com materiais reciclados ou reaproveitados são mais baratos — ou até gratuitos, quando feitos por você mesmo — e ainda substituem brinquedos novos de plástico, ajudando a reduzir resíduos que iriam para aterros sanitários ou até para o oceano.

 

Conclusão

Podemos adotar muitas outras formas de promover a sustentabilidade no cuidado com nossos animais de estimação, como doar casinhas quando o pet cresce ou trocar itens que já não são mais úteis entre amigos e familiares.

A ideia é buscar alternativas práticas e acessíveis que reduzam o impacto ambiental, evitem o desperdício e, ao mesmo tempo, garantam mais conforto, bem-estar e qualidade de vida para os nossos pets.

 

Referências:

HANNAH, The Pet Society - Embracing Sustainability in Pet Care: Eco-Friendly Solutions for a Greener Future, 2024. Disponível em https://www.hannahsociety.org/embracing-sustainability-in-pet-care-eco-friendly-solutions-for-a-greener-future? Acesso em 05 de janeiro de 2026.

PETZOOIE - Eco-Friendly Pet Products: Sustainable Choices for Your Furry Friend, 2025. Disponível em https://www.petzooie.com/articles/eco-friendly-pet-products-sustainable-choices-for-your-furry-friend. Acesso em 06 de janeiro de 2026.

 

 




sexta-feira, 19 de dezembro de 2025

Prevenção salva vidas: esteja pronto para o que não dá aviso

 



1. Previna-se: Espere o inesperado

Mudança brusca do tempo, animais na pista após a curva, quedas de marquises e fachadas, são exemplos de algumas situações que podem nos surpreender. O que podemos fazer como formas de precaução?

Vários eventos de quase acidente ou acidente derivam das condições climáticas, então já temos um aliado na prevenção que é a previsão do tempo, tanto para planejar viagens e roteiros como para se evitar locais sujeitos a alagamentos.

Veremos alguns casos divulgados pela mídia e algumas situações de risco no cotidiano. Finalizaremos com algumas dicas de prevenção de eventos súbitos ou inesperados.

 

2. Acidentes divulgados pela mídia

Alguns acidentes parecem tão improváveis de ocorrer, que nos causam espanto e nos fazem pensar: como aquela situação poderia ter tido outro desfecho?

Aquele passeio tranquilo de barco, quando o tempo muda bruscamente, acaba se transformando em perigo: uma passageira é lançada para fora da embarcação, e o outro, em um ato de desespero, pula atrás para tentar salvá-la. O agravante: ambos estavam sem coletes salva-vidas. (DOMINGO ESPETACULAR, 2019). Veja a figura 1 criada com auxílio de IA.


Figura 1 – Mudança repentina do tempo transforma o mar tranquilo em revolto. (CHATGPT, 2025).


Uma ventania intensa derrubou parte da fachada e da cobertura de um prédio, atingindo uma senhora que caminhava pelo local e havia parado por alguns instantes para observar algo, sendo surpreendida pela força inesperada do vento. (G1-MACAÉ, 2022). Veja na simulação da figura 2 (CHATGPT, 2025).


Figura 2: Senhora em risco, sob a marquise.


3. Situações cotidianas

São fontes frequentes de acidentes: a falta de manutenção de sistemas de gás de cozinha, calçadas irregulares, marquises e fachadas deterioradas, além de aparelhos de ar-condicionado instalados de forma precária, vasos e objetos soltos em varandas, fios expostos, portões defeituosos, iluminação insuficiente em áreas comuns e tampas de bueiro mal encaixadas.

Mais um passeio comum no fim de tarde pode virar um susto. Você solta o cachorro, ele corre, você chama… e nada. Naquele dia, ele entrou na mata alta da ladeira e sumiu de vista. O desespero só passou quando finalmente o encontrou.

Na figura 3, temos uma situação que se repete em várias cidades, tampa de bueiro, ou esgoto mal encaixada, trincada ou danificada, causando risco aos pedestres.


Figura 3 – Jovem prestes a topar na tampa do bueiro deslocada (CHATGPT, 2025).


Conclusão

Muitos acidentes poderiam ser evitados, pois estão diretamente ligados a comportamentos inadequados ou à falta de cuidado no dia a dia. Situações como: animais soltos em vias públicas, cães de grande porte ou agressivos sem focinheira, ou ainda a ausência de medidas para impedir a fuga de animais de quintais colocam pessoas em risco.

Buscarmos informações sobre as condições de clima também pode ser um grande aliado na prevenção de situações indesejadas ou de risco.

Pequenos descuidos podem gerar grandes consequências. Prevenir o que está ao nosso alcance e agir com calma e racionalidade, dentro dos limites do próprio conhecimento, faz toda a diferença caso um acidente aconteça.

Como diria o personagem denominado “Mestre” da antiga série de TV Kung-Fu, ao seu discípulo apelidado de “Gafanhoto”: Espere o inesperado.


sábado, 29 de novembro de 2025

Cachorro Caramelo: Sustentabilidade para seu “Amicão” de Rua


 

Ao pensarmos em sustentabilidade, lembramos imediatamente de algo capaz de se manter ao longo do tempo. Da mesma forma que o equilíbrio entre receitas e despesas garante a saúde financeira de uma família e possibilita planos de longo prazo, o cuidado com os animais nas cidades também exige planejamento contínuo.

Para isso, é fundamental que existam políticas públicas sustentáveis voltadas às populações de cães e gatos, evitando práticas cruéis, como o sacrifício de animais para corrigir falhas de gestões anteriores. Quando adotamos ações humanitárias para cães e gatos em situação de rua, avançamos como sociedade.

Neste post, apresentamos exemplos de como enfrentar o desafio de cuidar dos animais de forma sustentável, com apoio da comunidade e base em iniciativas bem-sucedidas. Um destaque é Curitiba (PR), vencedora do Prêmio “Cidade Amiga dos Animais” em 2020, entre mais de 150 projetos de mais de 50 municípios brasileiros e latino-americanos. O prêmio foi concedido pela Proteção Animal Mundial (World Animal Protection), organização global sem fins lucrativos com sede em Londres.

 

1. Curitiba, práticas sustentáveis

A cidade de Curitiba – Paraná – Brasil, possui estruturas e políticas efetivas e sustentáveis que podem inspirar a outras cidades para trilhar pelo mesmo caminho vitorioso. A cidade acabou com o uso de câmera de gás para extermínio de cães e gatos de rua e passou a adotar um manejo humanitário de cães e gatos a partir de 2005.

A cidade de Curitiba se baseia em quatro eixos para o manejo populacional de cães e gatos:

- Educação em guarda responsável;

- Esterilização;

- Combate ao abandono;

- Incentivo à adoção.

Formou-se uma Rede de Proteção Animal com a participação de instituições de ensino superior - que promovem incremento técnico especializado ao serviço prestado à comunidade - integrado com a iniciativa privada e com o terceiro setor.

 

2. “CãoDomínio”

Diversas cidades têm a prática do cão comunitário adotados pelos bairros. Quando em uma mesma área existem dois ou mais cachorros comunitários, esse espaço comum para os cães é denominado de “Cãodomínio”.

Os voluntários se cadastram na prefeitura para cuidar dos animais comunitários e da sua alimentação. Os cães comunitários são identificados por coleiras e dependendo da prefeitura por microchips também. Na figura 1, temos um exemplo de um “Cãodomínio” (COPILOT, 2025).


Figura 1 – “Cãodomínio”


3. Campanhas de esclarecimento

É importante que as pessoas conheçam a lei de proteção animal em todos os níveis — municipal, estadual e federal. Os animais não podem ser maltratados nem abandonados. Ao conhecer a lei, torna-se mais fácil agir na defesa dos animais de rua e contribuir para a proteção e o respeito que eles merecem.

Destacamos algumas leis da cidade de Macaé, do estado do Rio de Janeiro e do Brasil.

No caso de Macaé, existe um “PLANO MUNICIPAL DE POLÍTICAS PÚBLICAS PARA PROTEÇÃO E DEFESA DO ANIMAL” onde constam as leis do município tendo como fonte primária a Constituição federal de 1988. Destaque para:

- Lei Ordinária nº 4768/2021 – Implanta a Unidade de Saúde Pública Animal Municipal;

- Lei Ordinária nº 4804/2021 – Regula cães comunitários e normas para seu abrigamento;

- Lei Ordinária nº 4854/2022 – Cria o cadastro municipal de protetores e cuidadores de animais;

- Lei Complementar nº 322/2023 – Cria a Secretaria Municipal de Proteção e Defesa do Animal.

 

No Estado do Rio de Janeiro, destacamos o Novo Código Estadual de Direito dos Animais – Alerj, aprovado em 19 de novembro de 2025, que depende da sanção do governador do estado para virar lei e entrar em vigor a partir da sua publicação oficial.

No âmbito federal destacamos:

- Constituição Federal (1988) – Art. 225: garante proteção à fauna e proíbe práticas cruéis;

- Lei nº 14.064/2020 – Aumenta penas para maus-tratos quando praticados contra cães e gatos;

- Decreto nº 12.439/2025 – Institui o Programa Nacional de Proteção e Manejo Populacional Ético de Cães e Gatos, com ações de castração, microchipagem e combate ao abandono.

Na figura 2 é apresentada a simulação de uma campanha de esclarecimento dos direitos dos animais, gerada com auxílio de inteligência artificial (CHATGPT, 2025).


Figura 2 – Campanha de esclarecimento sobre os direitos dos animais


4. Feiras de Adoção

Uma forma de contribuição efetiva da população na redução dos problemas de cães e gatos abandonados, é a participação em eventos de feiras de adoção, onde os pequenos animais adotados podem ter uma chance de ter uma nova família e serem bem cuidados, e alegrar a casa de seus novos “donos “ou tutores. A figura 3, exemplifica uma dessas feiras.


Figura 3 – Feira de adoção de cães e gatos


Conclusão

Buscar compreender as leis e observar o que acontece no seu próprio bairro, em relação aos cães e gatos abandonados, é um primeiro passo essencial para deixar de ser apenas espectador diante de uma situação de risco crescente. A presença de animais vivendo nas ruas, sem cuidados e sem controle populacional, não é apenas uma questão de compaixão — ela pode gerar sérios problemas de saúde pública e impacto ambiental.

Pequenas atitudes podem transformar realidades. Ao identificar maus-tratos, abandono ou focos de reprodução descontrolada, comunique às autoridades responsáveis. Sua iniciativa pode ser justamente o que faltava para proteger esses animais e melhorar a qualidade de vida da comunidade.

Quando cada pessoa faz a sua parte, criamos um ambiente mais seguro, solidário e sustentável — para os animais e para todos nós.


sábado, 22 de novembro de 2025

Cachorro Caramelo: Como proteger seu “Amicão” de Rua

 


1. Cães em Risco

Quando falamos em cães de rua, pensamos na situação do nosso bairro e da nossa cidade. O que vemos por aqui? A nossa cidade possui um projeto para o bem-estar animal, com destaque para cães e gatos?

Apresentamos algumas das melhores práticas do mundo para lidar com a questão dos cachorros de rua. A partir dessas informações, convidamos todos a identificarem o que está sendo feito em suas próprias cidades para a causa animal em cada dimensão apresentada.

Dividimos este tema em duas partes. Neste post, demos ênfase à segurança dos animais e das pessoas e no próximo, abordaremos a sustentabilidade.

Se outras cidades alcançaram bons e excelentes resultados no cuidado com pequenos animais, a nossa também pode aprender e implementar políticas públicas de excelência para os animais domésticos sem lar.

Para finalizar, confira o link da música e um trecho da letra. dedicado ao cachorro “Caramelo”.

 

1.1   Risco de Atropelamento

Para cuidar dos cachorros de rua existentes no seu bairro é importante que haja ajuda do poder público para que todos sejam castrados, vacinados e vermifugados, além de identificados com microchips e coleiras para controle desta população.

Alguns moradores do bairro devem se voluntariar para prover os cuidados básicos desses animais, tais como: hidratação, alimentação, limpeza dos animais e do local onde ficam, além de abrigo.

A prefeitura deve providenciar a devida sinalização e a implementação de redutores de velocidade nesses locais, conforme apresentado na figura 1, gerada a partir da ajuda de inteligência artificial (CHATGPT, 2025).


Figura 1 – Sinalização e redutor de velocidade


1.2   Risco de Maus-tratos

Devemos estar atentos aos sinais de maus-tratos a cachorros de rua ou a animais de vizinhos que não cuidam devidamente de seus pets, seja pela falta de alimentação ou água, por mantê-los confinados em espaços reduzidos ou por agredi-los.

O governo municipal deve disponibilizar canais de denúncia e prover veterinários em estações fixas ou móveis para tratar animais feridos ou para verificação de rotina, conforme exemplificado na figura 2, produzida com auxílio de inteligência artificial (COPILOT, 2025)


Figura 2 – Cuidados veterinários


1.3   Risco de Contaminação ou Ferimento

O consumo de água parada ou de alimentos contaminados, inadequados ou estragados representa um sério risco à saúde dos animais. Além disso, ao revirarem lixos domésticos, eles ficam vulneráveis a ferimentos causados por latas de aço com bordas cortantes que ainda contêm resíduos de alimentos (como sardinha ou atum), vidros quebrados ou outros materiais perfurocortantes descartados de forma inadequada.

Na figura 3, temos uma cena muito comum em várias cidades, onde os moradores não têm o cuidado de colocar o lixo doméstico em local inacessível para os cachorros de rua.


Figura 3 – Cães de rua revirando lixo doméstico (CHATGPT, 2025)


2. Melhores Práticas no Cuidado de Cães

Destacamos a seguir, algumas das melhores práticas adotadas com sucesso por algumas cidades do mundo, baseado no prêmio “Cidade Amiga dos Animais” (Apêndice) oferecido pela Organização Não Governamental internacional “World Animal Protection” com destaque ao bem-estar e segurança dos animais:

 

2.1 – Bogotá – Colômbia (2019) – A cidade vencedora, possui um programa integral para o bem-estar dos animais com a participação de profissionais, como: etologistas (especialistas em comportamento animal), psicólogos, policiais, bombeiros, além de veterinários. Seguem as ações de destaque em Bogotá:

- Programa de esterilização e educação sobre guarda responsável;

- Programa de urgências, para cães doentes;

- Esquadrão anticrueldade;

- Pisa no freio - busca reduzir acidentes e atropelamentos envolvendo animais e pessoas;

- Monitoramento com microchip.

 

2.2 - Conselheiro Lafaiete – MG - Brasil (2019) - Defensores dos animais conquistaram prêmio internacional inédito para Lafaiete. Esta cidade ganhou o segundo lugar neste concurso. Veja quais foram as ações de destaque:

- Combate aos maus tratos e à venda de bichos de estimação;

- Projeto de esterilização de animais, totalizando 15 mil animais desde 2013;

- Combate a zoonoses;

- Incentivo à adoção;

- “Projeto Mãos e Patas”, em que bichos foram levados para interagir com moradores de asilo e modificaram positivamente a rotina dos idosos.

 

2.3 – São Paulo – SP (2019) A cidade ganhou o terceiro lugar por adotar estratégias para lidar com as populações de cães e gatos de forma sustentável e humanitária. Destacamos algumas ações:

- Implantação do Programa Permanente de Controle Reprodutivo de Cães e Gatos (PPCRCG), que desde 2001 esterilizou em torno de 100 mil animais todos os anos;

- Implantação do Programa de Apoio ao Protetor Independente que promove a castração gratuita para os animais tutelados por protetores cadastrados;

- Desde 2008 oferece proteção aos animais comunitários;

- Criação do Projeto Escola Amiga dos Animais, que aborda o tema como a guarda responsável na educação infantil.

 

 Conclusão

Quando fazemos um esforço para identificar o que pode ser feito em prol dos mais vulneráveis, percebemos que não estamos sozinhos e que muitos já vieram antes, fizeram e continuam fazendo a diferença.

Quando evitamos que um gato ou cachorro seja atropelado, além de salvar a vida de um animal inocente, também podemos evitar que pessoas se machuquem.

Ações como: a castração de animais para evitar uma superpopulação, esquadrão anticrueldade, adoção responsável, combate a maus-tratos e à venda de bichos de estimação, contribuem para o bem-estar dos animais.

Concluímos com o link e um trecho da música “Caramelo” do grande compositor Renato Teixeira e Antônio Adolfo, com interpretação de Simoninha. Trecho:

“Obrigado Caramelo

Meu cachorro caramelo

Amarelo, vira-lata

É meu grande companheiro....

Obrigado caramelo pela amizade e amor

Quero ser esse sujeito que você acha que eu sou....”

 

Apêndice

Segue o link para download do livro com o detalhamento das 10 cidades no território latino-americanos contempladas na 1ª edição do Prêmio “CIDADE AMIGA DOS ANIMAIS - MELHORES PRÁTICAS NO MANEJO HUMANITÁRIO DE CÃES E GATOS”.

 

 



terça-feira, 28 de outubro de 2025

Agricultura Regenerativa: O Futuro Verde que Restaura o Planeta!


 

1. Agricultura Regenerativa

Nunca é tarde para começar a acertar. Se em algum momento fizemos escolhas erradas e hoje vemos o solo cada vez mais degradado, a dependência de agrotóxicos aumentar e a qualidade dos alimentos cair, é natural que pareça não haver saída. Mas existe uma alternativa viável e promissora: a agricultura regenerativa.

Vamos mostrar, com exemplos, como essa prática pode transformar essa realidade — e como, ao compreendermos a importância de voltar às origens e permitir que a terra trabalhe por si mesma, podemos recuperar o equilíbrio perdido. Indicamos algumas fontes extras para quem desejar se aprofundar nesse tema essencial.

Por fim, é essencial reconhecer que a mudança começa em cada um de nós. Quando compartilhamos e apoiamos iniciativas como essa, inspiramos outros a agir, fortalecendo um movimento capaz de restaurar a vida do planeta.

 

1.1   Significado e exemplos

De acordo com Ellen Macarthur Foundation (2021) a Agricultura Regenerativa propõe um caminho que reconheça a complexidade e resiliência da tecnologia natural do nosso planeta, além dos mecanismos e processos que produziram nossas ricas florestas e pastagens. Dessa forma, será possível produzir alimentos variados e de alta qualidade, reconstruindo os ecossistemas em vez de degradá-los e assim contribuir para reverter os efeitos das mudanças climáticas.

Seguem alguns exemplos de práticas típicas da agricultura regenerativa (RANGANATHAN, JANET et.al, 2020; SYNGENTA GROUP, 2025; EUROPEAN FOREST INSTITUTE, 2025):

- Redução ou eliminação do revolvimento intenso do solo;

- Uso de culturas de cobertura (cover crops) para proteger e enriquecer o solo;

- Rotação de culturas e diversificação (evitar monoculturas);

- Integração de animais (pastoreio rotativo, integração lavoura-pecuária);

- Uso reduzido de fertilizantes sintéticos e pesticidas, favorecendo solos mais vivos;

- Agroflorestas, sistemas com árvores, cercas-vivas, aumento da biodiversidade no campo.

 

Hanley, Caitlyn (2024), descreve por meio da figura 1, os princípios da agricultura regenerativa.

Figura 1 – Princípios da Agricultura Regenerativa.


Seguem alguns links, com fontes extras, para quem quiser explorar a fundo este assunto:

- Regenerative Agriculture Foundation (2025);

- The Guardian (2023)

- Plant With Purpose (2021)

 

Conclusão

Vamos refletir sobre os benefícios potenciais que a adoção de um sistema de Agricultura Regenerativa pode proporcionar tanto para a qualidade e produtividade dos alimentos, quanto para o meio ambiente (EUROPEAN FOREST INSTITUTE, 2025; WORLD ECONOMIC FORUM, 2022; SYNGENTA GROUP, 2025).

Benefícios potenciais:

- Melhora da saúde do solo: Maior matéria orgânica, maior atividade biológica, melhor retenção de água e estrutura de solo.

- Captura de carbono: Solos saudáveis podem funcionar como sumidouros de carbono, ajudando no combate às mudanças climáticas.

- Aumento da resiliência: Sistemas mais diversificados tendem a ser mais resistentes a secas, pragas e variações climáticas.

- Produtividade sustentável: Em alguns casos, os rendimentos podem subir ou pelo menos se manter, com menores custos de insumos.

 

Referências:

Ellen Macarthur Foundation - Regenerative Agriculture, 2021. Disponível em:  https://www.ellenmacarthurfoundation.org/articles/regenerative-agriculture. Acesso em 25 de outubro de 2025.

European Forest Institute - What is regenerative agriculture? 2025. Disponível em: https://efi.int/sites/default/files/files/publication-bank/what%20is-%20series/EFI_what_is_regenerative_agriculture_2025.pdf, Acesso em 27 de outubro de 2025.  

Hanley, Caitlyn - Regenerative Agriculture: A Path to Sustainable Food Production and Ecosystem Health, 2024. Disponível em: https://www.maineresiliency.org/post/regenerative-agriculture-a-path-to-sustainable-food-production-and-ecosystem-health. Acesso em 26 de outubro de 2025.

Ranganathan, Janet et.al, Regenerative Agriculture: Good for Soil Health, but Limited Potential to Mitigate Climate Change, 2020. Disponível em: https://www.wri.org/insights/regenerative-agriculture-good-soil-health-limited-potential-mitigate-climate-change. Acesso em 27 de outubro de 2025.

Syngenta Group - Regenerative Agriculture, 2025. Disponível em: https://www.syngentagroup.com/regenerative-agriculture. Acesso em: 27 de outubro de 2025.

World Economic Forum - What is regenerative agriculture? 2022. Disponível em: https://www.weforum.org/stories/2022/10/what-is-regenerative-agriculture/. Acesso em 28 de outubro de 2025.

World Resources Institute - Regenerative Agriculture: Good for Soil Health, but Limited Potential to Mitigate Climate, 2020. Disponível em: https://www.wri.org/insights/regenerative-agriculture-good-soil-health-limited-potential-mitigate-climate-change. Acesso em 27 de outubro de 2025.



sexta-feira, 3 de outubro de 2025

Motociclista: Viseira abaixada, visão preservada!

 



1. Proteja sua visão: poeira e vento não dão segunda chance!

Andar de motocicleta é sinônimo de liberdade — mas essa sensação pode se transformar em problema se os olhos não estiverem devidamente protegidos.

Nesta postagem, reunimos quatro riscos e possíveis danos aos olhos, ao pilotar sem viseira ou óculos de proteção, além de dicas de prevenção para evitar acidentes e manter a visão segura em qualquer trajeto.

E para fechar no clima certo, relembramos a música que inspirou gerações de jovens a sonhar com a estrada e a emoção de conduzir uma moto — com link para você ouvir e se sentir parte dessa história.

Mantenha-se saudável, ande sempre equipado. Viseira abaixada, visão preservada. Veja a Figura 1, gerada com auxílio de IA (COPILOT, 2025).


Figura 1 - Viseira abaixada, visão preservada.


1.1   Quatro riscos aos olhos e prevenções

Criamos um infográfico (Figura 2) com auxílio de IA (COPILOT, 2025) com quatro riscos evitáveis de possíveis danos à visão do motociclista com as respectivas ações de prevenção (HOSPITAL DE OLHOS DO PARANÁ – HOPR, 2023; 99 MOTOS, 2023).



Figura 2 – Infográfico – Riscos oculares em motociclistas.


O motociclista deve evitar riscos desnecessários aos olhos, como a abrasão da córnea (olho arranhado) proveniente de partículas de areia, poeira ou insetos que podem atingir os olhos e raspar a camada superficial da córnea, causando dor, lacrimejamento, fotofobia e visão turva ou reduzida (ALL ABOUT VISION, 2021). Veja a figura 3, criada com auxílio de IA (CHATGPT, 2025).


Figura 3 – Dano ao olho da motociclista.

 

Conclusão

A prevenção sempre é o melhor caminho. Devemos estar atentos aos riscos e buscar eliminá-los ou, ao menos, reduzi-los. Pense nisso: proteja seus olhos não apenas em tarefas domésticas simples, mas também ao andar de bicicleta ou motocicleta.

Para finalizar com leveza, lembramos a música icônica do grupo Paralamas do Sucesso, “Vital e Sua Moto”. Segue um trecho da letra:

“Vital andava a pé

E achava que assim estava mal

De um ônibus pro outro aquilo para ele era o fim

Conselho de seu pai

Motocicleta é perigoso Vital

É duro te negar, filho

Mas isso dói bem mais em mim

Mas Vital comprou a moto

E passou a se sentir total....”



El Niño à Vista: como prevenir riscos e proteger sua família

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